Cress/MT foi as ruas e participou de ato #EleNão em Cuiabá

O movimento foi realizado em diferentes cidades brasileiras

O Conselho Regional de Serviço Social 20ª Região (Cress/MT) foi às ruas no último sábado (29.09), e participou de um grande ato no monumento Ulisses Guimarães, em Cuiabá. O movimento realizado em diferentes cidades brasileiras chamado #EleNão contou com a participação de mulheres de diferentes idades, com trajetórias em diferentes movimentos sociais em prol de uma mesma ideia: respeito à democracia e aos direitos humanos.

Segundo a presidente do Cress/MT, Andreia Amorim, o Conselho é solidário as organizações política das mulheres e a todas as iniciativas e manifestações em defesa da Liberdade, dos direitos sociais e humanos conquistados historicamente pela classe trabalhadora.

“Em sintonia com os princípios éticos e as bandeiras de luta do Conjunto CFESS-CRESS buscamos somar vozes ao coro e ações de resistência manifestando-se contrariamente a todas as formas de exploração, opressão, repressão, as intimidações aos movimentos sociais e expressões da violência, do racismo, do machismo, misoginia e LGBTfobia. E na defesa dos direitos das mulheres, da população negra, indígenas, quilombolas, da população de lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais (LGBT), dos direitos de crianças e adolescentes, da juventude, de idosos/as, de pessoas com deficiência e de outros sujeitos historicamente discriminados/as, marginalizados/as e criminalizados/as. Além disso, o Cress/MT reafirma com a participação no ato a ação do Conselho Federal de Serviço Social: Movimento de Mulheres e Eleições 2018, tudo é assunto para assistente social!”, disse.

Mesma opinião da conselheira do Cress/MT, Suzi Costa, que ressaltou que participou do ato tanto como mulher, assistente social e como conselheira, pois foi um movimento que defende a democracia, a garantia dos direitos, a emancipação humana dos sujeitos e critica os processos de exploração e opressão da classe trabalhadora, assim como o desmonte das políticas sociais.

“Mostrar que além das urnas, as respostas a todos esses desafios, também está na rua, no processo de mobilização, organização e mobilização política e de resistência. Além de fazermos uma crítica do que tem sido divulgado nos meios de comunicação e em outros espaços em relação aos projetos, que vários candidatos representam e expressam, que façam referencia a ditadura militar, a ditadores e que defendam ações na perspectiva do fascismo”, afirmou.

Para a estudante de Serviço Social da UFMT, Rosana Guedes, foi importante participar do ato devido a atual conjuntura de intolerância que o Brasil passa, quanto à diversidade, o machismo, a misoginia e o sexismo. “É preciso que as mulheres estejam na linha de resistência. No Brasil, em 1932 a mulher conquista o direito ao voto e hoje sai às ruas para demonstrar que o voto é de quem as respeita e na defesa da liberdade”, ressaltou.

 


publicado 01/10/2018 16:45 notícia